AUTORES NARRATIVA

 

FERNANDO CAMPOS DE CASTRO, nasceu em Lever , Vila Nova de Gaia, em 27 de Agosto de 1952. Poeta, escritor e autor de peças de teatro e encenador (em 2008 foi distinguido com o Prémio TALMA – Por amor à arte do Teatro), começou na poesia (foi responsável pela selecção dos poemas de 2 Antologias, publicadas pela Associação de Escritores de Gaia, de que foi sócio fundador e, com o Dr. Júlio Couto, pela Antologia “O Porto em Poesia”, editado pela Junta de Freguesia de Paranhos) mas foi no romance que atingiu maior notoriedade (Vencedor do Prémio Nacional de Literatura Adolfo Casais Monteiro/2005 com o livro “Com Hora Marcada e Vencedor do Prémio Testemunho e Qualidade Literária, atribuído pelo Papiro Editora, entre todas as obras publicadas pela Editora, no biénio 2005/2006 com o título “Memórias um cão aposentado).

 A 4 de Abril de 2009 a edium editores teve o prazer de lançar publicamente o seu mais recente romance “Trocar de Alma – os últimos quatro dias”.

 Está representado nas Antologias Poéticas:

 – Se o Poeta Não Dissesse; Memórias de Um Rio; Entre o Granito e a Neblina; Gérmen – Antologia Internacional de Poesia de Língua Portuguesa.

 Obras Publicadas :

Na solidão das Horas (poesia); O Futuro era Ontem  (poesia); Violação da Noite (poesia); Com Hora Marcada (Romance) – Vencedor do Prémio Nacional de Literatura Adolfo Casais Monteiro/2005; Memórias de um Cão Aposentado – Vencedor do Prémio Testemunho e Qualidade Literária, atribuído pelo Papiro Editora, entre todas as obras publicadas pela Editora, no biénio 2005/2006.

 Peças de Teatro já levadas à cena:

 Auto da Desprezada (também levada à cena nos Açores – S. Jorge); Como é que é meus Senhores (Revista); Isto assim não pode ser (Revista); O Porto em Revista (Revista); Auto do Menino-Rei (Infantil); Crime na Cela 52 (Drama); O Natal do Limpa-Chaminés (Infantil); O Porto é Assim  (Revista) (1º prémio de Teatro de Revista em 2000 no teatro Sá da Bandeira, e Premio de Popularidade atribuído pelo Jornal de Notícias); Está Tudo Doido (Revista); Estamos Doidos ou Quê? (Revista); O Cais da Solidão (Musical); Vidas à Moda do Porto (Revista); Se é Retorta Endireita (Revista); Vamos à Bruxa (Revista); Cacetes e Roscas ( Revista); Isto é que é um Fado ! (Revista).

 

 

 

 

paz-vermelho-copia1PEDRO AZEVEDO nasceu em 1967, no Porto. Tem duas obras publicadas: 2007, “Zigurate” e, em 2009, pela edium editores “Manual do Suicida”.

 

 

 

 

 

 

 

 

JOSÉ SALGADINHO: nasceu em Loulé, a 28 de Agosto de 1929. Vive radicado em Matosinhos desde 1954. Eng.º Técnico Agrário completou a sua formatura na antiga Escola de Regentes Agrícolas de Évora. Exerceu a profissão, durante 42 anos, na Junta Nacional das Frutas, onde chefiou o Mercado Abastecedor de Frutas do Porto. Depois do 25 de Abril, foi director do Mercado Abastecedor Sidónio Pais e chefiou o núcleo da Junta Nacional das Frutas, em Matosinhos. Publicou artigos de carácter profissional em vários jornais, tendo publicado em 1957 os seus primeiros contos, sob o pseudónio de José  Guerreiro no “Prisma de Cristal”, página literária do “A Voz de Loulé”, organizada pelo poeta Casimiro de Brito. Em 1997 publicou o livro “O Roubo da Capela e Outros Contos” e em 2006, sob chancela da edium editores “Mãos Vazias e Outros Contos”. Em 2007 foi lançado por esta editora o título “Contos do Tempo Vago” estando prevista para Abril a edição da “Obra Completa” deste notável escritor. Participou como co-autor na “Antologia edium Natal 2007”.

 

 

 

 

 

ÍSIS é um dos pseudónimos de TERESA GONÇALVES. A mesma nasceu na cidade do Porto, freguesia de Miragaia. A sua infância e parte da sua juventude foi passada em S. Mamede Infesta onde viveu até aos dezoito anos. Em 1970 foi viver para Moçambique donde voltou em Outubro de 1974. No ano de 1975 foi para o México, regressando no final do mesmo ano. Vive na cidade da Maia desde 1982. Os seus trabalhos foram publicados ininterruptamente desde 1995 no Jornal da Maia até à sua extinção. Pertenceu ao Movimentum  Arte e Cultura cinco anos e foi assinante do Boletim Bimensal de Poesia Lavra. Foi colaboradora da Livraria Civilização durante quinze anos. É membro da Sociedade Portuguesa de Autores, Grupo Dramático e Musical Flor de Infesta e dos Estudos Portugueses Brasileiros. Participou nos congressos “Cultura Popular e Raízes da Nossa Identidade”, levados a efeito pelo Pelouro da Cultura da C. M. Maia. No âmbito das actividades do Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, participou na noite de poesia da Junta de Freguesia de Paranhos sob o tema ” O Perdão das Árvores” e na Junta de Freguesia do Bonfim sob o tema ” Mulher”. É presença assídua nas tertúlias poéticas de Vermoim, Café Guarani, Bonfim, Flor de Infesta, Vila da Feira, Vértices Literárias Círculo da Leitura da Maia,  do Encontro Anual de Poetas e outros.

 A edium editores teve o prazer de lhe editar, em 2009,  o seu último trabalho: um conjunto de contos intitulado “Vidas em Fragmentos”

 Outras obras da autora:

 Olhar Interior, 2003; Painel Multicor 1º.  Volume, 2004; Painel Multicor 2º Volume, 2004; Entre Dois Nós, 2006; Singelo Canal, 2008

 ANTOLOGIAS:

Porto em Poesia -Junta de Freguesia de Paranhos, 2004; Noites de  Poesia em Vermoim – Junta de Freguesia de Vermoim 2004; Antologia Dezsete poetas S. Mamede de Infesta – edium editores 2007; Antologia Poética Amante das Leituras – edium editores 2007; Antologia de Natal edium editores 2007; AntologiaVirtual Pax Poesia Encantada – Brasil 2008; Antologia Poética Tertúlia em Flor  – edium editores 2008

 

 

 

 

ANTÓNIO M. OLIVEIRA é jornalista profissional desde 1977; é licenciado em Jornalismo e Mestre em Ciências da Comunicação. É desde 1992 monitor e professor do ensino superior na área de Ciências da Comunicação. Exerceu funções de director de arquivo da RTP Porto. Publicou a sua primeira obra em 2008 sob chancela da edium editores: “O que resta de deus- uma história de desencantos” é a história de quatro pessoas erram juntas por este país dizendo poesia. Uma mulher, um guerreiro, um místico e um escriba. Numa terra perdida, de gente esquecida do mundo e de si própria confrontam-se com os seus fantasmas e com a razão de estarem juntas. É uma viagem a um mundo de desencantos onde a palavra é dor e partilha. Em Novembro de 2008 a edium publicou a segunda obra deste autor intitulada “Nove contos menos, mais um”, dez pequenas e sofridas estórias de “gente vestida de desamparo”, dez estórias de diferentes solidões.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANTÓNIO REBORDÃO NAVARRO, nasceu no Porto em 1 de Agosto de 1933. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi Delegado do Ministério Público em Vimioso e Amarante, Director da Biblioteca Pública Municipal do Porto e Director Editorial, tendo exercido a advocacia. Secretariou e dirigiu a Revista Literária Bandarra, fundada por seu pai, o escritor Augusto Navarro. Foi co-director e também co-autor de Notícias do Bloqueio e director-adjunto da revista literária Sol XXI. Colaborou em diversas publicações e encontra-se representado em várias antologias. Fez parte da direcção e foi Presidente da Assembleia-geral da Associação de Jornalistas e Homens das Letras do Porto e é Vogal do Conselho Fiscal da Sociedade Portuguesa de Autores. Alguns dos seus poemas estão traduzidos para castelhano, francês, checo, neerlandês e sueco. Em 2002 foi-lhe atribuído o “Prémio Seiva” (Literatura).
Obra publicada: Romance: Romagem a Creta (1964) finalista do Concurso Literário Internacional Ateneo Arenyense, Barcelona, Um Infinito Silêncio, Europa-América (Prémio Alves Redol, 1970), O Discurso da Desordem (1995), O Parque dos Lagartos, Bertrand (1981), Mesopotâmia, Difel, 1985, (Prémio Internacional Miguel Torga 1984), A Praça de Liège , Bertrand, (Prémio Círculo de Leitores, 1988), As Portas do Cerco (1992) romance traduzido para francês e neerlandês, Parábola do Passeio Alegre (1995), O sulco das sombras, o qual recebeu posteriormente o título Romance com o teu nome, Campo das Letras, 2005, e foi distinguido com o Prémio Literário Florbela Espanca, 2003, Amêndoas, doces, venenos, Campo das Letras, 1998, (editado em Itália com o título Mandorle, Dolci e Veleni pela editora NonSoloParole, Todos os tons da penumbra, Campo das Letras, 2000. Contos: Dante Exilado em Ravena (1989). Crónicas: Estados Gerais (1991), Lello Editores. Teatro: O Ser Sepulto (1972) e Sonho, Paixão, Mistério do Infante D. Henrique, Publicações D.Quixote. Ensaios: Domingos Pinho e o Sistema das Representações Simultâneas e Juro que sou Suspeito – O Processo de Adultério em Camilo em 15 Alíneas. Poesia: As Três Meninas e Outros Poemas (Porto,1952, Edições Augusto Navarro); Outro Caminho do Mar (Porto, 1953, Colecção Bandarra, n.º 2); O Mundo Completo (Porto, 1955, Colecção Bandarra, n.º 6), Os Animais Humildes (Porto, 1956, Edição do Autor); Poema para Anne Frank (Coimbra, 1958, Separata da Revista Vértice); O Dia Dentro da Noite (Porto, 1960), Notícias do Bloqueio, Aqui e Agora (Lisboa, 1962 – Ed. Sagitário); O Inverno (Porto, 1978 – Ed. O Oiro do Dia); 27 Poemas (Porto, 1988, Editora Justiça e Paz); A Condição Reflexa (Poemas, 1952-1982) (Lisboa, 1990, Imprensa Nacional Casa da Moeda), Longínquas Romãs e Alguns Animais Humildes – Antologia Poética, Edições Asa, 2005).

Em 2008 a edium editores teve o prazer de publicar a reedição do seu primeiro romance “Romagem a Creta”.

 

 

 

 

HUGO COSTEIRA nasceu em Braga a 21 de Agosto de 1976. Reside actualmente no Porto. Considera-se um cidadão do mundo, Poeta Terrorista, amante da Natureza, tendo deixado a sua alma no seu amado Parque Nacional da Peneda-Gerês. Tem como passatempos favoritos o voluntariado na preservação ambiental, a boa música, escrita e a leitura. Adora caminhar, seja na praia ou na montanha. A edium editores publicou em 2009 o seu primeiro trabalho intitulado “O Meu Farol – Diário de uma vida em blog”.

 

 

 

 

EUNÍCIA SALGADINHO: nasceu em Matosinhos, na R. Conde S. Salvador, em 1928. Terminado o 1.º ciclo liceal, cursou secretariado e línguas, obteve o diploma de inglês da Universidade de Cambridge, em exame local no Instituto Britânico e frequentou um curso de monitores de cinema infantil, dirigido pelo Director da respectiva Escola de Barcelona, Doutor Serra Estruch. Exerceu actividade cultural em diversas associações, sobretudo dirigida a jovens e crianças, e para eles escreveu nos suplementos infantis e juvenis dos jornais “República” e “Diário de Lisboa”. Colaborou também noutros jornais, nomeadamente no Jornal de Matosinhos, com destaque para reportagens e entrevistas. Pelo meio, foi sindicalista. A sua militância antifascista (que lhe mereceu a Medalha de Mérito Dourado da Câmara Municipal de Matosinhos) a actividade junto de crianças e jovens, o 25 de Abril, e a participação nas Campanhas de Dinamização Cultural do MFA junto das populações de aldeias e vilas do Nordeste Transmontano, foram a grande motivação da sua vida. Publicou: Quatro Estórias para Crianças, em parceria com o escritor e jornalista Arsénio Mota;  Gentes e Recordações de Matosinhos; Por Aqui e Por Ali, I e II (relatos de viagens);  sob a chancela da edium editores publicou em 2006, “Fragas e outras estórias“, “Raízes de Sonhos – Memórias“, em 2007 e em 2008 “Um Património Humano de Matosinhos – Histórias de Homens e Mulheres da minha terra“. Como co-autora participou na “Antologia edium Natal 2007“.Prestes a completar 80 anos de idade, continua a interessar-se pelo aprender, frequentando cursos livres da Universidade Popular do Porto.

 

 

 

 

MARIA FERNANDA Seara Cardoso GUEDES DE AMORIM nasceu no Porto, em 1931.

Depois dos estudos liceais tirou o Curso de Secretariado. Iniciou a sua actividade profissional na direcção e administração de residências universitárias durante quinze anos. Após este período exerceu uma ampla diversidade de trabalhos, abarcando o campo político, o jornalismo, decoradora de interiores, contabilista, compaginando estas profissões como mediadora de várias Companhias de Seguros.

A partir do ano de 2000 tem-se dedicado a escrever algumas obras literárias.

Tem publicadas pela edium editores 2 obras: 2007, “A Grandeza do minuto que passa…” e em 2008 “Solar das Rosas”.

 

 

 

 

 

 

CARLOS BERNARDO nasceu a 15 de Junho de 1978 na cidade alemã de Wermelskirschen, de onde saiu com 6 anos para Portugal, mais concretamente para Matosinhos, cidade onde continua a habitar actualmente. Foi por volta dessa altura, depois de ingressar no ensino básico, que começou o gosto pela literatura, ocupando grande parte dos seus tempos livros a ler contos infantis e principalmente a inventar e escrever pequenas aventuras fictícias em que ele próprio era o personagem principal. Na escola, desde sempre foi elogiado pelos professores pela sua imaginação e pela maneira como colocava as suas ideias no papel e incentivado para continuar a escrever. Com o passar dos anos o gosto pela literatura acentuou-se ainda mais, influenciado por algumas das suas referências literárias. Foi com naturalidade que começou a dedicar-se mais à escrita, dando preferência a romances de ficção, surgindo assim ” A praia do destino“, a sua primeira obra a ser editada (2006, edium editores).

 

 

 

 

PALUCHA HIPÓLITO PERDIGÃO nasceu em Torres Vedras onde reside; publicou em 2006 o seu primeirolivro, sob chancela da edium editores, intitulado “Conversas Espelhasdas”; posteriormente, em 2007, participou na antologia organizada pela edium “Antologia edium Natal 2007”.

 

 





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